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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Rua Pelágio Lobo

Localizada na Vila Pompéia, Perdizes, Zona Oeste, a Rua Pelágio Lobo, oficializada pela Lei 4.419, de 30/10/1953, é uma pequena via residencial situada entre as ruas Bartira e Caiubi, que faz homenagem ao jornalista e advogado Pelágio Álvares Lobo, nascido em Campinas, Interior do Estado, a 01 de fevereiro de 1888. 
Descendente de familia tradicional paulista, formou-se pela Faculdade de Direito de São Paulo (1910) e foi Diretor do jornal 'Cidade de Campinas' até 1915. Memorialista do jornal 'Correio Paulistano' na década de 30, em 1932, foi um dos primeiros membros da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB/SP), instituição da qual depois, foi secretário e conselheiro.
Vice-Presidente do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP em 1951, morreu na Capital, a 07 de maio de 1952, aos 64 anos.

sábado, 27 de agosto de 2011

Rua Desembargador do Vale

Localizada em Perdizes, Zona Oeste, a Rua Desembargador do Vale foi oficializada pelo Ato 1.631, de 15/09/1921, e homenageia José Maria do Vale Júnior, político nascido em Florianópolis (SC) a 25 de maio de 1835. 
Formado pela Faculdade de Direito de São Paulo, de volta à sua cidade natal, foi promotor público, juiz municipal e juiz de Direito. Em 1867 mudou-se para o Espírito Santo, onde ocupou o cargo de Chefe de Polícia. Foi Presidente da Província do Espírito Santo em 1868, afastando-se da política após a queda do Partido Liberal, pelo qual estava filiado. 
Desembargador no Rio, foi depois transferido para o Tribunal de São Paulo, onde se aposentou em 1893. Um dos fundadores do Instituto Pasteur (1903), morreu na Capital, a 29 de março de 1914, aos 79 anos.

domingo, 13 de março de 2011

Rua Doutor Franco da Rocha

Próxima a Pontifícia Universidade Católica (PUC) e ao Parque Fernando Costa, a rua Doutor Franco da Rocha começa na rua Turiassu e termina na Avenida Sumaré. A rua é uma das mais famosas do bairro de Perdizes, Zona Oeste, e homenageia o doutor Francisco Franco da Rocha nascido em Amparo, interior do Estado, em 23 de agosto de 1864.
Formado em medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro em 1890, dedicou-se a psiquiatria e em 1893 foi nomeado médico do antigo Hospital de Alienados de São Paulo.
Iniciou uma campanha visando a reforma dos serviços de tratamento de pacientes com doenças mentais e a mudança do antigo Hospital do Carmo para um local mais apropriado. Dessa campanha surgiu o Hospital do Juqueri, que chegou a ser considerado um dos melhores do gênero na América Latina.
Professor titular da Faculdade de Medicina, deixou vários trabalhos sobre sua especialidade, alguns usados por grandes autores estrangeiros nos seus trabalhos de psicopatologia.
Morreu na Capital, a 08 de novembro de 1933, aos 69 anos, vítima de enfisema pulmonar.

Rua Zequinha de Abreu

A Rua Zequinha de Abreu, em Perdizes, Zona Oeste, começa na rua Cardoso de Almeida e termina na Praça Wendel Wilkie. Ela fica próxima ao Estádio Paulo Machado de Carvalho e antigamente era conhecida como Rua 3, tendo o nome modificado pelo Decreto 280, de 22/03/1945, quando passou a homenagear o compositor José Gomes de Abreu, conhecido como Zequinha de Abreu, nascido a 19 de dezembro de 1880, em Santa Rita do Passa Quatro, Interior do Estado.
Desde criança mostrava inclinação para a música, organizando pequenas bandas, tendo iniciado seus estudos na arte em um colégio em Itu. Posteriormente cursou três anos na Faculdade de Medicina de São Paulo, porém, desistiu da carreira acadêmica para se dedicar a arte, retornando a Santa Rita e depois estabelecendo-se na Capital, onde se profissionalizou.
Autor de obras como 'Aurora', 'Tardes de Lindóia', 'Morrer sem ter Amado', 'Perto do Coração', 'Ultimo Beijo' e o chorinho "Tico-tico no Fubá", conviveu na boêmia, morrendo na Capital, a 22 de janeiro de 1935, vítima de um ataque cardíaco aos 55 anos.